Vila Santa 2000
Tinto de João Portugal Ramos, com teor alcoólico de 13,5º. Alentejano da velha escola. Boca cheia de sabores bem sedimentados, que disparam em todos os sentidos.
Encostas do Rabaçal Touriga Franca 2002
Os varietais da Adega Cooperativa de Valpaços são muito quentes e alcoolizados. Este tem 14º. É picante e telúrico, grosso e espesso. Parece um vinho fortificado. Vai bem só e, dir-se-ia mesmo, dispensa companhia.
Blandy´s Harvest 1996 (Malmsey, Madeira)
Aroma distinto e sofisticado, a que corresponde um travo nobre e solene. Algo de canela e caramelo. Tradicional q.b., sem desmerecer. Encerrará adequadamente repasto de cerimónia.
quinta-feira, agosto 19, 2004
quarta-feira, agosto 18, 2004
terça-feira, agosto 17, 2004
Comparativo Txakoli
Evidentemente, todos eles vinhos brancos, produzidos no País Basco Espanhol.
Sónia, a simpática balconista da loja de produtos regionais Basendere, em Bilbao, preferia o Gorrondona.
Basigo´ko Basetxea
10,5º. Produzido em Basigo de Bakio, Bilbao (D.O. Biskaiko Txakolina).
Mais floral que frutado e fresco. Um pico de gás, quase imperceptível. Densidade de açúcar certa, que o torna menos leviano que outros.
Xarmant
11,5º. Produzido em Alava (D.O. Arabako Txakolina).
A garrafa tem uma decoração exuberante e criativa, condizente com o sabor celta, a maçãs de casca verde, muito maduras. Como tem muita polpa, este vinho não é fresco. Vai bem com tapas do mar (de peixe, mariscos ou crustáceos).
Gorrondona
11,5º. Produzido em Bakio, Bilbao (D.O. Biskaiko Txakolina).
Fresco e liso. Suave e delicado, podendo ser cosmopolita. Simples e agradável. Mas nada mais.
Evidentemente, todos eles vinhos brancos, produzidos no País Basco Espanhol.
Sónia, a simpática balconista da loja de produtos regionais Basendere, em Bilbao, preferia o Gorrondona.
Basigo´ko Basetxea
10,5º. Produzido em Basigo de Bakio, Bilbao (D.O. Biskaiko Txakolina).
Mais floral que frutado e fresco. Um pico de gás, quase imperceptível. Densidade de açúcar certa, que o torna menos leviano que outros.
Xarmant
11,5º. Produzido em Alava (D.O. Arabako Txakolina).
A garrafa tem uma decoração exuberante e criativa, condizente com o sabor celta, a maçãs de casca verde, muito maduras. Como tem muita polpa, este vinho não é fresco. Vai bem com tapas do mar (de peixe, mariscos ou crustáceos).
Gorrondona
11,5º. Produzido em Bakio, Bilbao (D.O. Biskaiko Txakolina).
Fresco e liso. Suave e delicado, podendo ser cosmopolita. Simples e agradável. Mas nada mais.
segunda-feira, agosto 16, 2004
La Trappe Quadrupel
Marcadamente ambrée, com espuma persistente, esta cerveja belga, produzida na fronteiriça abadia holandesa de Koningshoeven, tem 10º. É robusta e corpulenta, como os monges que a fazem. Apesar disso, é suave e delicada (talvez mesmo insidiosa…) e o teor alcoólico só se nota depois.
Marcadamente ambrée, com espuma persistente, esta cerveja belga, produzida na fronteiriça abadia holandesa de Koningshoeven, tem 10º. É robusta e corpulenta, como os monges que a fazem. Apesar disso, é suave e delicada (talvez mesmo insidiosa…) e o teor alcoólico só se nota depois.
quinta-feira, agosto 12, 2004
Castillo de Paniza 2003
Tinto de Cariñena, com 13 graus. É jovem e irrequieto, com travo muito amargo e adstringente, a sugerir avelãs e fruta verde.
Coto Haias, 2003
Outro tinto moderno, de Campo de Borja, também com 13 graus. Menos sofisticado e carnudo, sabe a fruta vermelha.
Castillo de Soldepeñas
Um Valdepeñas de self-service de autoestrada. Nem tem data. Adstringente como a casca de um melão. Apesar disso, equilibrado e bem feito, sem defeitos, mas também sem grandes virtudes. Fresquinho, foi agradável.
Tinto de Cariñena, com 13 graus. É jovem e irrequieto, com travo muito amargo e adstringente, a sugerir avelãs e fruta verde.
Coto Haias, 2003
Outro tinto moderno, de Campo de Borja, também com 13 graus. Menos sofisticado e carnudo, sabe a fruta vermelha.
Castillo de Soldepeñas
Um Valdepeñas de self-service de autoestrada. Nem tem data. Adstringente como a casca de um melão. Apesar disso, equilibrado e bem feito, sem defeitos, mas também sem grandes virtudes. Fresquinho, foi agradável.
quinta-feira, agosto 05, 2004
E.A Tinto 2002
Regional alentejano, da Fundação Eugénio de Almeida. Frescura e juventude. Predomínio grande do sabor a uvas. Quente como a terra onde foi colhido. Adstringência muito presente, mas certa para uma refeição de pratos tradicionais do sul.
Martinez LBV 1997
Boca muito agradável e preenchida. Taninos bastante domesticados e dóceis. O picante deste Porto arrasta-se tranquilamente num final incisivo.
Regional alentejano, da Fundação Eugénio de Almeida. Frescura e juventude. Predomínio grande do sabor a uvas. Quente como a terra onde foi colhido. Adstringência muito presente, mas certa para uma refeição de pratos tradicionais do sul.
Martinez LBV 1997
Boca muito agradável e preenchida. Taninos bastante domesticados e dóceis. O picante deste Porto arrasta-se tranquilamente num final incisivo.
quarta-feira, agosto 04, 2004
Vinho Fino (de Garrafão)
Este Porto foi ofertado, num lote de cinquenta, há quarenta anos, como prenda de casamento, a uma de nós (desencantem-se as casadoiras donzelas: estamos todos fora do prazo de validade, com excepção de uma irredutível aldeia gaulesa...). Foi colhido e feito em Freixo de Espada à Cinta, nos limites da zona demarcada do vinho do Porto e dele não se sabe mais. A sua idade exige os carinhos de um ansião e tem que ser apreciado nessa perspectiva. Na comparação com os vinhos modernos, Perry Mason apenas diria no further comments.
É uma preciosa peça de arqueologia vinícola.
Este Porto foi ofertado, num lote de cinquenta, há quarenta anos, como prenda de casamento, a uma de nós (desencantem-se as casadoiras donzelas: estamos todos fora do prazo de validade, com excepção de uma irredutível aldeia gaulesa...). Foi colhido e feito em Freixo de Espada à Cinta, nos limites da zona demarcada do vinho do Porto e dele não se sabe mais. A sua idade exige os carinhos de um ansião e tem que ser apreciado nessa perspectiva. Na comparação com os vinhos modernos, Perry Mason apenas diria no further comments.
É uma preciosa peça de arqueologia vinícola.
Grand’ Arte Alvarinho 2002
Muito floral e de travo aromático. Frio, vai melhor. Quando a temperatura sobe, fica mais doce. Talvez demasiado doce. Sublinhe-se a circunstância de, sendo produzido fora da região demarcada, se bater de igual para igual com os restantes alvarinhos do mercado. E, last but not least, sai cum laude.
Pontuação
Ana: 15,5
LP: 16
PV: 15
Muito floral e de travo aromático. Frio, vai melhor. Quando a temperatura sobe, fica mais doce. Talvez demasiado doce. Sublinhe-se a circunstância de, sendo produzido fora da região demarcada, se bater de igual para igual com os restantes alvarinhos do mercado. E, last but not least, sai cum laude.
Pontuação
Ana: 15,5
LP: 16
PV: 15
terça-feira, agosto 03, 2004
Deu la deu – Alvarinho 2003
Consistência e equilíbrio com a adstringência certa. Algo seco, é mais delicado que o comum dos Alvarinhos, dos quais tem o carácter, sem ter a sua exuberância.
Burmester LBV 1998
Picante e discreto, este Porto é incisivo e mais elegante que vigoroso. Tem a distinção dos grandes vinhos.
Consistência e equilíbrio com a adstringência certa. Algo seco, é mais delicado que o comum dos Alvarinhos, dos quais tem o carácter, sem ter a sua exuberância.
Burmester LBV 1998
Picante e discreto, este Porto é incisivo e mais elegante que vigoroso. Tem a distinção dos grandes vinhos.
segunda-feira, agosto 02, 2004
domingo, agosto 01, 2004
sexta-feira, julho 30, 2004
Terras do Pó 2003
Tinto que desliza muito bem e satisfaz. Travo muito intenso de fruta.
Quinta da Lixa Loureiro 2003
Verde frutado e consensual, com corpo muito equilibrado.
Dalva LBV 1998
Porto superior, mas curto. Bebe-se bem. Tem o picante certo para depois do almoço de verão. Harmonia muito agradável.
Vinha Conchas Tinto 2003
Concentrado de vinho, potente e expansivo. Enche a boca e é um excelente compromisso preço qualidade.
Grand'Arte Trincadeira 2003
Forte e denso, mas nada rude. Corpulento e quente. Grande adversário para um almoço prolongado.
Tinto que desliza muito bem e satisfaz. Travo muito intenso de fruta.
Quinta da Lixa Loureiro 2003
Verde frutado e consensual, com corpo muito equilibrado.
Dalva LBV 1998
Porto superior, mas curto. Bebe-se bem. Tem o picante certo para depois do almoço de verão. Harmonia muito agradável.
Vinha Conchas Tinto 2003
Concentrado de vinho, potente e expansivo. Enche a boca e é um excelente compromisso preço qualidade.
Grand'Arte Trincadeira 2003
Forte e denso, mas nada rude. Corpulento e quente. Grande adversário para um almoço prolongado.
quarta-feira, julho 28, 2004
Quinta da Lixa Vinho Verde 2003
Sólido e rico. Impõe-se pela frescura, mas é também muito consistente. Também tem que destacar-se a versatilidade. Acompanha bem com qualquer coisa. Não vai é sozinho. O vinho do espírito do verão.
Pontuação
LP: 16
Ana 15,5 e não mais porque não é feminino
F: 16,5, pelo excelente preço
PV: 15,5
Vinha Padre Pedro 2001
Não é fácil encontrar um tinto com um ramalhete tão policromado de aromas. Bebe-se com a agradável curiosidade de quem não resiste à tentativa de descobrir e desemaranhar sabores.
Dalva LBV 2000
Este não é um Porto clássico. Travo a ervas aromáticas. Mesmo muito fresco (imprescindível), sabe ao calor do verão.
Pontuação
LP: 17,5
PV: 17
Sólido e rico. Impõe-se pela frescura, mas é também muito consistente. Também tem que destacar-se a versatilidade. Acompanha bem com qualquer coisa. Não vai é sozinho. O vinho do espírito do verão.
Pontuação
LP: 16
Ana 15,5 e não mais porque não é feminino
F: 16,5, pelo excelente preço
PV: 15,5
Vinha Padre Pedro 2001
Não é fácil encontrar um tinto com um ramalhete tão policromado de aromas. Bebe-se com a agradável curiosidade de quem não resiste à tentativa de descobrir e desemaranhar sabores.
Dalva LBV 2000
Este não é um Porto clássico. Travo a ervas aromáticas. Mesmo muito fresco (imprescindível), sabe ao calor do verão.
Pontuação
LP: 17,5
PV: 17
terça-feira, julho 27, 2004
Comparativo Rosé
Experiência sazonal de uma noite de verão.
Quinta da Giesta 2003
Rosé vinificado a partir de uvas de touriga nacional, desengaçadas algumas horas após a maceração. O aroma é muito floral, mas masculiniza-se na prova. Travo consistente, apesar de o vinho ser leve, fresco e adocicado. Não é um leviano rosé de verão.
Pontuação
Ana: 15
LP: 15,5
PV: 15
Vinha da Defesa 2003
Tem personalidade e corpo. É de facto vinho, feito de uvas tintas. Talvez peque pelo excesso de açúcar que, se não estiver gelado, lhe dá um travo pastoso e acre. Bom vinho de verão.
Pontuação
LP: 15
A: 15,5
F: 14,5
PV: 14
Sairrão – Quinta do Picoto 2003
A frescura é a nota mais saliente. Por isso, deve beber-se muito frio, para não se tornar pastoso. A frescura não afasta alguma complexidade no sabor, que lhe dão personalidade. Ligeiro, é um agradável vinho de verão.
Pontuação
Ana: 14
LP: 13,5
PV: 13
Murganheira Rosé 2003
O vinho está bem feito. É leve e fresco. Tem espírito de férias de verão e bebe-se bem. Mas não convence.
Pontuação
Ana: 11,5
LP: 13
F: 12
PV: 12
Quinta do Castelinho Rosé 2003
Nota-se muito que é feito de castas tintas. Acre e um pouco duro, a raiar o rude. O Douro não está feito para rosés.
Pontuação
Ana: 11,5
LP: 12,5
PV: 12
Vale dos Pombos, Rosé 2003
Muita acidez, em pouco corpo. A Quinta da Lixa sabe fazer melhor.
Pontuação
Ana: 11
LP: 12,5
PV: 11,5
Vale dos Pombos, Espadeiro 2003
Fusão de vinho verde com rosé. Feito de uvas tintas (parece impossível fazer-se rosé de um vinho tão duro), é fugaz e muito leve. Tão leve que nem se dá por ele.
Pontuação
Ana: 10
LP: 12
PV: 11
Experiência sazonal de uma noite de verão.
Quinta da Giesta 2003
Rosé vinificado a partir de uvas de touriga nacional, desengaçadas algumas horas após a maceração. O aroma é muito floral, mas masculiniza-se na prova. Travo consistente, apesar de o vinho ser leve, fresco e adocicado. Não é um leviano rosé de verão.
Pontuação
Ana: 15
LP: 15,5
PV: 15
Vinha da Defesa 2003
Tem personalidade e corpo. É de facto vinho, feito de uvas tintas. Talvez peque pelo excesso de açúcar que, se não estiver gelado, lhe dá um travo pastoso e acre. Bom vinho de verão.
Pontuação
LP: 15
A: 15,5
F: 14,5
PV: 14
Sairrão – Quinta do Picoto 2003
A frescura é a nota mais saliente. Por isso, deve beber-se muito frio, para não se tornar pastoso. A frescura não afasta alguma complexidade no sabor, que lhe dão personalidade. Ligeiro, é um agradável vinho de verão.
Pontuação
Ana: 14
LP: 13,5
PV: 13
Murganheira Rosé 2003
O vinho está bem feito. É leve e fresco. Tem espírito de férias de verão e bebe-se bem. Mas não convence.
Pontuação
Ana: 11,5
LP: 13
F: 12
PV: 12
Quinta do Castelinho Rosé 2003
Nota-se muito que é feito de castas tintas. Acre e um pouco duro, a raiar o rude. O Douro não está feito para rosés.
Pontuação
Ana: 11,5
LP: 12,5
PV: 12
Vale dos Pombos, Rosé 2003
Muita acidez, em pouco corpo. A Quinta da Lixa sabe fazer melhor.
Pontuação
Ana: 11
LP: 12,5
PV: 11,5
Vale dos Pombos, Espadeiro 2003
Fusão de vinho verde com rosé. Feito de uvas tintas (parece impossível fazer-se rosé de um vinho tão duro), é fugaz e muito leve. Tão leve que nem se dá por ele.
Pontuação
Ana: 10
LP: 12
PV: 11
segunda-feira, julho 26, 2004
Quinta da Alorna Reserva 2001
O sabor da terra. Quente e possante. Ribatejano à antiga portuguesa deu grande luta a uma monumental parelha de bifes de vaca.
Pontuação
Ana: 15
LP: 15,5
PV: 15
Solar de la Veja - Verdejo
De Rueda, musculado e com corpo, vegetal e herbáceo. Dizia a Ana que “na relatividade da refeição ganha mais do que objectivamente poderia conseguir conseguir, noutro contexto”. Serviu, na perfeição, para acompanhar umas beringelas fritas e um camembert rebozado, aquelas segundo Francisco José Viegas e este, ainda segundo o Chico Zé, de Pepe Carvallo.
O sabor da terra. Quente e possante. Ribatejano à antiga portuguesa deu grande luta a uma monumental parelha de bifes de vaca.
Pontuação
Ana: 15
LP: 15,5
PV: 15
Solar de la Veja - Verdejo
De Rueda, musculado e com corpo, vegetal e herbáceo. Dizia a Ana que “na relatividade da refeição ganha mais do que objectivamente poderia conseguir conseguir, noutro contexto”. Serviu, na perfeição, para acompanhar umas beringelas fritas e um camembert rebozado, aquelas segundo Francisco José Viegas e este, ainda segundo o Chico Zé, de Pepe Carvallo.
domingo, julho 25, 2004
Enate 2001
Este tinto de Somontano sobreviveu, sem sobressaltos, às obras da garagem. Sendo um varietal de cabernet-sauvignon e merlot, domina o primeiro, o que se nota no corpo e intensidade. O cabernet dá-lhe também o travo e o aroma insidiosos, característicos da casta. É um bom vinho, muito profissional, embora intemporal e apátrida.
Este tinto de Somontano sobreviveu, sem sobressaltos, às obras da garagem. Sendo um varietal de cabernet-sauvignon e merlot, domina o primeiro, o que se nota no corpo e intensidade. O cabernet dá-lhe também o travo e o aroma insidiosos, característicos da casta. É um bom vinho, muito profissional, embora intemporal e apátrida.
sábado, julho 24, 2004
Bom Juiz Reserva 1999
Tinto do terroir (Adega Cooperativa de Reguengos), com travo a groselhas pouco maduras, a lembrar um vinho jovem. É também jovem a sua adstringência. Quanto ao demais, é um vinho alentejano, de botas e capote, que deve beber-se arrefecido para compensar a intensidade.
Quinta do Castelinho Porto LBV 1996
Aroma algo alcoólico. Este vinho veio de pipas com grande experiência, e ainda teve uma evolução na garrafa. Harmonioso e não dissonante, é discreto e não dá nas vistas. Alguma fruta, que lhe dá frescura – ou será o inverso ? Conjunto delicado mas com suficiente vivacidade para o tornar interessante.
Tinto do terroir (Adega Cooperativa de Reguengos), com travo a groselhas pouco maduras, a lembrar um vinho jovem. É também jovem a sua adstringência. Quanto ao demais, é um vinho alentejano, de botas e capote, que deve beber-se arrefecido para compensar a intensidade.
Quinta do Castelinho Porto LBV 1996
Aroma algo alcoólico. Este vinho veio de pipas com grande experiência, e ainda teve uma evolução na garrafa. Harmonioso e não dissonante, é discreto e não dá nas vistas. Alguma fruta, que lhe dá frescura – ou será o inverso ? Conjunto delicado mas com suficiente vivacidade para o tornar interessante.
quinta-feira, julho 22, 2004
quarta-feira, julho 21, 2004
Verdejo Martivilli 2002
Um Rueda espesso e muito vegetal, com travo de fruta muito madura e intensa. Foi provado no verão de 2003 (post de 18 de Agosto) e LP previa que ganharia com a passagem do tempo. Até agora, não parece. A menos que tenha sido prejudicado pelas obras na garagem.
Messias Seco Aloirado
Este Porto, não datado, mas há seguramente mais de trinta anos na garrafeira paterna, é extraordinariamente seco. Chega a ser agreste e antipático. Talvez vá bem com um cubito de gelo.
Um Rueda espesso e muito vegetal, com travo de fruta muito madura e intensa. Foi provado no verão de 2003 (post de 18 de Agosto) e LP previa que ganharia com a passagem do tempo. Até agora, não parece. A menos que tenha sido prejudicado pelas obras na garagem.
Messias Seco Aloirado
Este Porto, não datado, mas há seguramente mais de trinta anos na garrafeira paterna, é extraordinariamente seco. Chega a ser agreste e antipático. Talvez vá bem com um cubito de gelo.
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