domingo, dezembro 11, 2016


Duorum Colheita 2013
Douro jovem, fresco e muito vigoroso. Para comida ligeira.
Z – 89
LP – 88
PV – 87

sábado, dezembro 10, 2016


Tyto Alba Vinhas Protegidas 2012
Vinhaça de Portugal (do Tejo) que, com orgulho nisso, é rude e ruidoso. Tem personalidade forte e na boca não aborrece. Vai só ou acompanhado. Aguenta qualquer companhia e qualquer ambiente. 86

sexta-feira, dezembro 09, 2016


Quinta da Mimosa 2013
Tinto para acompanhar queijo. Agressivo e musculado, pede queijo forte. Na boca, é uma castelão mais para o polido, sem deixar de ser potente. É um bom vinho. 87

quinta-feira, dezembro 08, 2016



Herdade do Catapereiro Escolha 2013
Vinho de combate, estruturado e rico. Num segmento médio, é ótimo. Quase merece subir de divisão (4€) 87

quarta-feira, dezembro 07, 2016


Quinta do Cardo Tinto 2013
DOC Beira interior. Touriga domesticado, com fruta equilibrada e frescura no ponto. É vinho para beber novo, enquanto tem foça e viço. Ótimo com carne grelhada. 88

terça-feira, dezembro 06, 2016

Vale D. Maria 2011
Potente, rico, de grande dimensão e garra. Apesar de ainda estar em evolução, é já um vinho corpulento.
LP – 91
PV – 91

Quinta do Pessegueiro 2010
Picante digno, muito elegante e aveludado.
LP – 90
PV – 89


segunda-feira, dezembro 05, 2016



Herdade de São Miguel Escolha dos Enólogos 2014
Estruturado, potente, agressivo, quase selvagem. Vai bem já, como ponta de lança. Mas ainda tem mais para dar, se repousar um pouco (9,9 €). 88

domingo, dezembro 04, 2016



Verdelho Pegões 2014
Este branco monovarietal é equilibrado e mais fácil do que outros monocasta verdelho. Sem deixar de ser consistente e espesso, de corpo algo obeso, até, revela muita fruta fresca e intensa. Mostra talvez menos o habitual caráter herbáceo da casta. Beba-se frio, para não se tornar aborrecido. (5,99 €) 87


terça-feira, julho 19, 2016


Bridão Private Collection 2012

Tinto de porte composto e complexo. É másculo e requere comida. Rancho ou cozido, talvez. Vinoso, a saber a vinha e a campo. Não se lhe peça delicadeza ou finura. 87  






Bridão Syrah 2009
Ribatejano moderno, em toda a sua força. Não sendo jovem, mantém viço e vigor. Fruta ainda bem presente – não obstante, não mostra arestas nem dissonâncias. Está excelente. 89

Bridão Merlot 2005
Este vetusto vinho, com mais de 10 anos, já não está para ser aberto e bebido a correr. Dê-se-lhe tempo. Depois, anote-se o seu aroma incisivo e o seu travo fino e vivo. Na boca, é delicado e nobre. Está em fim de vida, mas não está acabado. Pelo contrário, revelou boa forma e delicadeza. 87

segunda-feira, maio 23, 2016



Cabriz Colheita Selecionada Branco 2014
Fresco, arejado, correto. Muito arredondado, com a acidez e a doçura polida e acertadas. Bom produto de tecnologia a que faltará, porventura, personalidade. De resto, seco, a roçar o masculino, mais agressivo. Mais difícil e impopular. Na mesa, torna-se difícil de combinar, porque para comida é pouco musculado e de pequeno corpo. Mas para aperitivo, por ser pouco exuberante, é mais maçador. Em todo o caso, em comentário ordinário sempre se diria que nada disto é defeito: é mesmo feitio e o vinho até se bebe bem. É um branco para quem gosta de tinto. 86

segunda-feira, maio 16, 2016


BSE 2014
Este branco clássico José Maria da Fonseca é, como sempre, seco de verdade, um pouco acre até. No entanto, não deixa de ser mainstream e neutral. É um vinho muito consensual, que vai com tudo. (4,99 €) 85

segunda-feira, maio 09, 2016


La Trappe Trappist Dubbel vs. Quadrupel

A Dubbel, mais espessa e corpulenta. A Quadrupel, mais delicada, discreta e subtil. A primeira é mais rústica, com corpo mais gordo e esponjoso, de notas caramelizadas. A segunda, uma grande cerveja!











QM Alvarinho 2015
Está verde e pastoso, gordo, mas sem garra ou brilho, falta-lhe vigor (7,99€) 86

segunda-feira, maio 02, 2016



Muros Antigos Vinho Verde Escolha 2014

Acidez revigorante. Apesar de acutilante, agressividade delicada (4,89 €) 84

segunda-feira, abril 25, 2016



Entre II Santos 2010

Tinto bairradino, sobretudo de baga, mas temperado com castelão e merlot. A tender para o ácido. Envelhecido. Para beber já, sob pena de piorar. 80

segunda-feira, abril 18, 2016


Aveleda Alvarinho 2014
Embora soft, este alvarinho cumpre os mínimos, assegurando o travo vegetal e herbáceo da casta. Estava fechado, quando foi provado e, como se fosse tinto, precisou de se libertar. Depois, ganhou corpo e voou. 87

segunda-feira, abril 11, 2016


Assobio 2013

Tentativa duriense do Esporão. É um bom ensaio, para exibir ao público alentejano, que ficará muito mais contente com o seu próprio vinho. De resto, rústico, grosso, encorpado. Mas apesar disso, fugidio e de final de boca muito curto. Não dá nas vistas nem deixa recordação. 84

segunda-feira, abril 04, 2016



Altano Branco 2014
Este duriense da marca de combate da casa Symington mostra-se mais acutilante no nariz que na boca, onde é mais redondo e consensual. Apercebe-se bem a doçura do moscatel galego, que se insere num conjunto harmonioso consistente, mais mineral que ácido. 87