Produzido na Provence, este branco é aborrecido, maçador, pastoso, sem vivacidade. Mas com algum corpo e substância. Vinho do sul, é um blend mainstream. 80
terça-feira, novembro 22, 2011
sábado, novembro 19, 2011
segunda-feira, outubro 31, 2011
sexta-feira, outubro 28, 2011
Esporão Quatro Castas 2009
A versão de 2008 pareceu melhor. Ou então, esta ainda não atingiu o nível suficiente de evolução. Mas pode ir lá. Másculo, complexo, vigoroso, mas ainda em construção. 86
terça-feira, outubro 25, 2011
Porto Poças LBV 1999
Já não tem o viço de um vinho novo, mas ainda não tem a dignidade nem a patine de um velho. Entre a fruta desaparecida e o travo sedoso que se anuncia mas ainda não se encontra, fica um vinho estranho: assim uma espécie de estrela cadente em meia idade, ainda não decadente, mas longe de ser uma velha glória. 87
Já não tem o viço de um vinho novo, mas ainda não tem a dignidade nem a patine de um velho. Entre a fruta desaparecida e o travo sedoso que se anuncia mas ainda não se encontra, fica um vinho estranho: assim uma espécie de estrela cadente em meia idade, ainda não decadente, mas longe de ser uma velha glória. 87
sábado, outubro 15, 2011
Ermelinda de Freitas Sauvignon Blanc – Verdelho 2010
É um experiência estranha: na boca, este vinho parece amanteigado, masé claramente vegetal. Tem um corpo enorme e rechonchudo mas, no fundo, o seu carácter é fresco e bem disposto. Poderá ir excelente com peixe no forno e pimentos. Ou então a solo, com calor. (8,59 €) 87
sexta-feira, setembro 30, 2011
Porto Vintage Quinta de Lubazim 1927
A rolha deixou verter e a garrafa já estava quase a meio. Portanto, o vinho oxidou, continuada e lentamente. E claramente não está ao mesmo nível de igual garrafa que se provou aqui em 2006. Mas espantosamente, manteve imensa frescura. No perfil, parece um Madeira, mas é muito mais fresco. É sedoso e delicadíssimo.
Z – 95, pela história
LP – 94
PV – 93
A rolha deixou verter e a garrafa já estava quase a meio. Portanto, o vinho oxidou, continuada e lentamente. E claramente não está ao mesmo nível de igual garrafa que se provou aqui em 2006. Mas espantosamente, manteve imensa frescura. No perfil, parece um Madeira, mas é muito mais fresco. É sedoso e delicadíssimo.
Z – 95, pela história
LP – 94
PV – 93
terça-feira, setembro 27, 2011
Comparativo Vale Meão
Quando aqui se compararam diferentes colheitas de Vale Meão, em Janeiro de 2011 a de 2002 estava soberba e a de 2003, velha senhora, embora com dignidade, decaía, parecendo já um pouco frouxa. 2004 estava pujante e exuberante, enquanto 2005 não escondia ser mais modesto e limitado. Meio ano antes, em Julho de 2010, o resultado fora parecido. E o mesmo se anunciava em prova comparativa, já em Fevereiro de 2008.
Agora, descobriu-se, apesar de tudo, um grande corpo em todos eles. O 2005 é um pouco mais mineral e aligeirado. O 2003, sem perder a grande evidência que sempre teve, logo a partir da prova de Janeiro de 2006, na verdade, já revelou o seu melhor (nas provas de 2007 e 2008). Não desce de nível mas, como se tem vindo a detectar, está em ciclo descendente. A colheita de 2004, que se revelou portentosa logo na prova de Dezembro de 2006, ainda agora mostra algo de chocolate, picante e poderoso. É um monumento de sofisticação e riqueza, que está no seu esplendor.
2003
Z – 93
LP – 93
A – 94
Manel – 94
PV – 92
2004
Z – 94
LP – 94
Manel – 95
PV – 95
2005
Z – 93
LP – 90
M – 93
PV – 91
sábado, setembro 24, 2011
Três Malbec Argentinos
Os malbec costumam ter um perfil facilmente detectável e razoavelmente estandardizado: são leves e algo frescos, com corpo elegante e adstringência discreta; alguma acidez, presente mas não protagonista. Depois, vão variando na boca.
O Família Gascon 2010, de Mendoza, era talvez o mais agreste: foi bem com uma parrilhada, porque estava fresco.
Por último, o Enrique Foster 2007, foi o melhor deles. Mais sofisticado e rico, protagonista da refeição, que nem se importou de acompanhar um bife mal passado. Nariz muito intenso (mais ainda que os outros) e muita fruta na boca.
quinta-feira, agosto 11, 2011
Follies Loureiro/Alvarinho 2010
Mais fresco que um alvarinho e mais complexo que um verde. Mas apesar disso, menos sofisticado que um alvarinho e menos vivinho e fresco que um verde. Fica no meio. (5,99 €) 86
Quinta do Outeiro Branco 2010
Algarvio pastoso e agressivo. Para branco, é quente e tem carácter muito seco. (5,09 €) 83
Mais fresco que um alvarinho e mais complexo que um verde. Mas apesar disso, menos sofisticado que um alvarinho e menos vivinho e fresco que um verde. Fica no meio. (5,99 €) 86
Quinta do Outeiro Branco 2010
Algarvio pastoso e agressivo. Para branco, é quente e tem carácter muito seco. (5,09 €) 83
segunda-feira, agosto 01, 2011
Marquês dos Vales Premiere Selecão 2010 - Blanc de Noir
Experiência interessante de branco que é tinto disfarçado. Alguma paradoxal ligeira frescura seca. Agradável surpresa. (6,99 €)
A – 87
M – 85
LP – 85
PV – 86
Marquês dos Vales Tinto Selecta 2008
Grosso e empoeirado, terroso, de corpo quente. (5,14€)
M – 85
PV – 85
quarta-feira, julho 20, 2011
Parece um rubi, mas de entre estes, há-os melhores. Para LBV é fracote: demasiado leviano e pouco consistente. (11,39 €) 84
LBV Quinta Nova Nª Sª do Carmo 2005
Algum travo de couro velho. Pouca fruta, e nem por isso fresca. Parece ser um subproduto, sem a dignidade de um LBV. (14,99€) 84
domingo, julho 17, 2011
terça-feira, julho 12, 2011
sábado, julho 09, 2011
sexta-feira, julho 08, 2011
quarta-feira, julho 06, 2011
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