Que tal o vinho ?
domingo, dezembro 04, 2016
 


Verdelho Pegões 2014
Este branco monovarietal é equilibrado e mais fácil do que outros monocasta verdelho. Sem deixar de ser consistente e espesso, de corpo algo obeso, até, revela muita fruta fresca e intensa. Mostra talvez menos o habitual caráter herbáceo da casta. Beba-se frio, para não se tornar aborrecido. (5,99 €) 87


 
terça-feira, julho 19, 2016
 

Bridão Private Collection 2012

Tinto de porte composto e complexo. É másculo e requere comida. Rancho ou cozido, talvez. Vinoso, a saber a vinha e a campo. Não se lhe peça delicadeza ou finura. 87  


 
 




Bridão Syrah 2009
Ribatejano moderno, em toda a sua força. Não sendo jovem, mantém viço e vigor. Fruta ainda bem presente – não obstante, não mostra arestas nem dissonâncias. Está excelente. 89
 
 

Bridão Merlot 2005
Este vetusto vinho, com mais de 10 anos, já não está para ser aberto e bebido a correr. Dê-se-lhe tempo. Depois, anote-se o seu aroma incisivo e o seu travo fino e vivo. Na boca, é delicado e nobre. Está em fim de vida, mas não está acabado. Pelo contrário, revelou boa forma e delicadeza. 87
 
segunda-feira, maio 23, 2016
 


Cabriz Colheita Selecionada Branco 2014
Fresco, arejado, correto. Muito arredondado, com a acidez e a doçura polida e acertadas. Bom produto de tecnologia a que faltará, porventura, personalidade. De resto, seco, a roçar o masculino, mais agressivo. Mais difícil e impopular. Na mesa, torna-se difícil de combinar, porque para comida é pouco musculado e de pequeno corpo. Mas para aperitivo, por ser pouco exuberante, é mais maçador. Em todo o caso, em comentário ordinário sempre se diria que nada disto é defeito: é mesmo feitio e o vinho até se bebe bem. É um branco para quem gosta de tinto. 86

 
segunda-feira, maio 16, 2016
 

BSE 2014
Este branco clássico José Maria da Fonseca é, como sempre, seco de verdade, um pouco acre até. No entanto, não deixa de ser mainstream e neutral. É um vinho muito consensual, que vai com tudo. (4,99 €) 85
 
segunda-feira, maio 09, 2016
 

La Trappe Trappist Dubbel vs. Quadrupel

A Dubbel, mais espessa e corpulenta. A Quadrupel, mais delicada, discreta e subtil. A primeira é mais rústica, com corpo mais gordo e esponjoso, de notas caramelizadas. A segunda, uma grande cerveja!


 
 









QM Alvarinho 2015
Está verde e pastoso, gordo, mas sem garra ou brilho, falta-lhe vigor (7,99€) 86
 
segunda-feira, maio 02, 2016
 


Muros Antigos Vinho Verde Escolha 2014

Acidez revigorante. Apesar de acutilante, agressividade delicada (4,89 €) 84
 
segunda-feira, abril 25, 2016
 


Entre II Santos 2010

Tinto bairradino, sobretudo de baga, mas temperado com castelão e merlot. A tender para o ácido. Envelhecido. Para beber já, sob pena de piorar. 80
 
segunda-feira, abril 18, 2016
 

Aveleda Alvarinho 2014
Embora soft, este alvarinho cumpre os mínimos, assegurando o travo vegetal e herbáceo da casta. Estava fechado, quando foi provado e, como se fosse tinto, precisou de se libertar. Depois, ganhou corpo e voou. 87
 
segunda-feira, abril 11, 2016
 

Assobio 2013

Tentativa duriense do Esporão. É um bom ensaio, para exibir ao público alentejano, que ficará muito mais contente com o seu próprio vinho. De resto, rústico, grosso, encorpado. Mas apesar disso, fugidio e de final de boca muito curto. Não dá nas vistas nem deixa recordação. 84
 
segunda-feira, abril 04, 2016
 


Altano Branco 2014
Este duriense da marca de combate da casa Symington mostra-se mais acutilante no nariz que na boca, onde é mais redondo e consensual. Apercebe-se bem a doçura do moscatel galego, que se insere num conjunto harmonioso consistente, mais mineral que ácido. 87
 
sábado, janeiro 09, 2016
 

Vinhas Velhas da Quinta das Carvalhas 2012
Douro de perfil tradicional e clássico. Privilegia a dignidade e a elegância. É um grande vinho do Douro. (33,90 €)
Z – 91
PV – 91
 
 

Quinta dos Aciprestes Reserva 2013
Jovem, saltitante e fresco. (11,75 €)
Z – 90
PV – 88


 
 


Branco da Quinta das Carvalhas 2012
Boca cheia de madeira. Branco complexo, nada fácil nem imediato. Para comida forte. (18,10 €) 89
 
 

Real Companhia Velha Espumante Bruto
Bolhas delicadas e discretas, a conferir finura e frescura. Equilibrado e seuro. Vai bem de aperitivo – melhor só que acompanhado. (17,22 €)
LP – 87
PV – 87


 
 


Quinta de Cidrô Alvarinho 2014
Alvarinho no Douro é um conceito estranho. O resultado desta experiência é ácido e verde, agreste e agressivo, pouco consistente. (6,98 €)
LP – 83
PV – 84
 
quarta-feira, dezembro 30, 2015
 

Thyro Douro Branco 2012
Transmontano de Mirandela, de perfil moderno e internacional. Poderosíssima combinação do corpo longevo da semillon, da subtileza da malvasia fina e da acidez delicada do cerceal. Este vinho é um gigante do artesanato vinícola. Se não tivesse sido bebido, ia envelhecer bem. Alguém tem mais? 90
 
segunda-feira, dezembro 28, 2015
 

Sonnini Tinto 2013
Regional transmontano de Valpaços. Muito ácido – a roçar o desagradável –, com falta de corpo e força. Bebe-se, mas é fraco. 60
 
domingo, dezembro 27, 2015
 

Quinta da Leda Douro 2011
Duriense mais de perfil tradicional que moderno. Digno, picante, redondo e consensual. Profundo e de grande dimensão. Um grande vinho do Douro.
Z – 92
Mig/Fran – 89
PV – 92
 
sábado, dezembro 26, 2015
 

Conceito Tinto 2011
Douro modernaço, com grande garra – aguerrido mesmo. Muito equilibrado e composto, mas talvez lhe falte algum corpo e estrutura. Na boca, pouco persistente.
Z – 90
Mig/Fran – 88
PV – 89
 
sexta-feira, dezembro 25, 2015
 

Grandes Quintas Reserva 2011
Tinto do Douro, de grande pujança. Potente, tem uma personalidade muito forte e vincada.
Z – 90
PV – 89
 
quinta-feira, dezembro 24, 2015
 
Montes Ermos Colheita 2014
(é o tinto, e não o branco da imagem) Main stream, regular e normal. É uma boa bebida, sem impressionar. Foi bem com vitela estufada, que já levava vinho branco e echalotas e puxava a acidez. Se o propósito é “beber um copo de tinto”, serve. Não se lhe peça mais. 85

Montes Ermos Códega do Larinho 2014
Acidez acutilante, a fazer lembrar um sauvignon blanc. Fruta fresca, verde e incisiva. Vinho com grande carácter e persoalidade. “No Douro, quem não tem sauvignon, caça com Códega do Larinho” (Z).
Z – 89
PV – 87
 
quarta-feira, dezembro 23, 2015
 

Paulo Laureano Premium Vinhas Velhas 13
Ao que parece, devia ser Vinha Velha, porque vem de uma só vinha. Feito de castas tradicionais, com um toque de modernidade, mostra-se conservador. Bom corpo na boca, de alguma frescura discreta e frutada. Vinho equilibrado a fugir aos holofotes. Quase modesto. 87
 
terça-feira, dezembro 22, 2015
 

Erbon 2012
Branco regional transmontano, que opta pelo perfil sofisticado. “Produzido”, no sentido feminino, com a incorporação de castas internacionais. Mas o resultado ainda pode melhorar, em anos futuros, quando o conjunto casar melhor. Para já, falta-lhe um pouco de polimento e harmonia. Mais que rude, está talvez um pouco agressivo. 83
 
sexta-feira, dezembro 04, 2015
 
Herdade de Catapereiro Escolha 2014
Este branco regional Tejo, da Companhia das Lezírias, mostrou-se um pouco esponjoso. As notas fortes de fruta muito intensa e aromática dão-lhe mais cariz de aperitivo do que de vinho de refeição. É uma experiência interessante, porque o corpo cheio do fernão pires obnubila e quase anula a acidez selvagem do sauvignon blanc. Em todo o caso, este vinho vai melhor a solo (3,69 €). 86
 
domingo, novembro 29, 2015
 
Vale D. Maria Vinha da Francisca 2013

Douro de topo de gama, caro e exclusivo, produzido por Cristiano Van Zeller. Não é fácil de encontrar. Delicado, sedoso e subtil. 93
 
sábado, novembro 28, 2015
 
CV 2013
Douro tinto, profundo, denso, de brutal dimensão. Rico e complexo.
Z - 92
LP – 91 com tendência a subir
PM - 93

PV - 92
 
sexta-feira, novembro 27, 2015
 
Bucellas Arinto 2014

É um banco clássico, sempre muito interessante. No nariz, mais maracujá do que tangerina, a denunciar grande frescura e ligeireza tropical. Fresco é, também, na boca. Muito mesmo, mais que o habitual, em anos anteriores. Por isso, terá menos corpo e sofisticação. Mas é mais fácil, a puxar para o perfil praia. 85
 
quinta-feira, novembro 26, 2015
 
Dois Corvos

É uma stout feita em Marvila, do campeonato artesanal português de nova geração. Esta, de pressão, mostrou-se ligeira, discreta, para beber fresquinha. Notas de caramelo light, a fugir para o café. Polida, educada e elegante. Foi bem com comida ligeira. 87
 
quarta-feira, novembro 25, 2015
 
Cardinal e Valaisanne

A Suíça não é conhecida pelas suas cervejas. A prova a estas duas revelou claramente porquê: vulgarzinhas e cinzentas, sem chama. A Valaisanne, muito cerealífera, a evidenciar grande travo farináceo. A Cardinal, mais mainstream mas, mesmo assim, sem garra. As cervejas de marca branca do Lidl ou do Minipreço são melhores.
 
terça-feira, novembro 10, 2015
 
Fafide Reserva Branco 2014
Douro branco de aroma herbáceo - muito mais vivaço do que o habitual no Douro. Nada seco e muito efusivo. Reúne das castas mais interessantes da região (códega do larinho, rabigato e viosinho). Só, vai melhor que acompanhado: acaba por se mostrar saltitante e fugidio, quando chega a comida. 87

Castelo d’Alba Grande Reserva 2013
Tinto duriense de grande dimensão e corpo. Moderno e vigoroso, com grade equilíbrio e harmonia. Perfil mundial. 90
 
 
IPG Tinto 2010 DOC Beira Interior
O Instituto Politécnico da Guarda serve este vinho na cantina. Vem da Quinta dos Termos e opta por um perfil tradicional, agreste e serrano, sem preocupação com o polimento nem a delicadeza. É o que é, com o seu acento regional. Não cativa, mas também não desmerece. Para cantina não está nada mal! 80
 
segunda-feira, novembro 09, 2015
 

Vale de Ambrães Avesso 2014
Verde muito específico, monovarietal, de uma casta menos comum. É agradável e simpático, sobretudo na primeira impressão. Depois, parece que se vai um pouco abaixo, tornando-se pouco expressivo, descolorido, quase aguado. Sozinho, como aperitivo, aguenta-se melhor. Com comida, parece que lhe faltam as pernas e fica pelo caminho. (6,99 €) 83
 
quarta-feira, novembro 04, 2015
 
Fabre Montayou Gran Reserva 2009
Este argentino, de Mendoza, chama a atenção por três razões: primeiro, é um 2009 e está impecável, sem acusar o tempo e mostrando até algum viço; depois, apesar de ser um Malbec, bem evidencia o travo musculado e o corpo sólido e maciço da touriga nacional, combinação estranha, tanto mais que as uvas cresceram na Argentina; por último, chama a atenção pela intervenção do enólogo português Rui Reguinga. Vale como curiosidade, um pouco cara, é certo, mas é nelas que se vai encontrando alguma criatividade no vinho global. (25 € em restaurante) 87
 
sexta-feira, outubro 30, 2015
 

Faisão Vinho Frisante
Da Enoport, é fresco e arejado, mostrando bolhas delicadas e compostura na boca. É um frisante mesmo muito interessante. No travo final, alguma nota acre, talvez do lote. De todos os vários frisantes provados aqui é, talvez, o único capaz de ombrear com o Plexus, há muito o campeão da modalidade por aqui. (2,79 €) 86
 
quinta-feira, outubro 29, 2015
 

El Cristo Special Selection 2014
Este restaurante de Elvas (El Cristo – raio de nome…) permite-se ter um vinho da casa rotulado. E faz bem. Além disso, escolheu com critério o topo de gama dos brancos, que vem da Adega Mayor e integra verdelho, arinto e antão vaz. Na boca é firme e seguro. Pareceu muito elástico e versátil. Mostrou um grande equilíbrio, com um discreto perfil nobre. (meia garrafa, 5 €). 87
 
quarta-feira, outubro 28, 2015
 

Obelisco Frisante Branco
Da Adega Cooperativa de Almeirim, tende para o adocicadinho. Marca forte do moscatel, a sublinhar bem o perfil “girly”. É deliberadamente um vinho fácil, para um público generalista, junto do qual terá mais sucesso do que naqueles que gostam mesmo de vinho. (1,99). 80
 
segunda-feira, agosto 24, 2015
 

Pingo Doce Alvarinho 2014
Fresco e jovem. Na boca, consistente. É um excelente alvarinho, imbatível nesta gama de preço. (3,98€) 88
 
segunda-feira, agosto 17, 2015
 

Pacheca Branco 2013
Douro seco. Sem desagradar, é muito equilibrado. Privilegia a simpatia e por isso deixa cair as fortes notas do moscatel galego. Adocicado tolerável. (4,99 €) 86
 
segunda-feira, agosto 10, 2015
 

 
Herdade de Catapereiro Single Vineyard Escolha 2013
Urbano e senhorito. Até, talvez, um bocadinho betinho. Não está mal nem desilude, mas falta-lhe alma e garra. 86
 
 
sábado, agosto 08, 2015
 

Quinta do Portal Touriga – Prova história (2000/2003)

2000 - Dimensão profunda. Vinho digno, potente, com nobreza e solenidade.
Z – 87
Manel – 87
LP – 92
PV – 92

2003 - Sem embargo da idade, grande vigor e frescura. Vinho velho de grande juventude e força. É, ainda, um grande vinho.
Z – 91
Manel – 90
LP – 91
PV – 92
 
segunda-feira, agosto 03, 2015
 
Verdilhão Loureiro 2014
Beba-se gelado. Simpático, delicado e suave. Leve e refrescante. Vinho de verão. (1,99 €)
Z – 87
CARPA – 90
PV – 86

Alvarinho 2014
A primeira garrafa pareceu ter problema. Estava amarelada, de cor velha. Na boca, não se suportava. A segunda, não estava diferente. Oxidado? A terceira, igual. Desculpem, mas estavam todas imbebíveis. (3,85€)
 
domingo, agosto 02, 2015
 


N 222
Douro branco, feito em homenagem à Estrada Nacional que, de Gaia, chega ao Douro profundo. Seco e mineral. Boa acidez e grande frescura. Mas não deslumbra.
Manel – 85/90
PV – 84
 
sábado, agosto 01, 2015
 


Ermelinda Freitas Sauvignon blanc Verdelho 2013
Fresco, vivaz. Personalidade forte, com alguma bipolaridade (porventura das castas): herbáceo e verde, mas fresco moderado e verde. Vinho de comida – foi bem com pasta de vegetais.86
 
quarta-feira, julho 29, 2015
 

Adega Ponte de Lima Verde branco 2014
Fresquinho, adamado, com um toque docinho. Popular e fácil. Adequado para chicken piri-piri, no Algarve. 84
 
terça-feira, julho 28, 2015
 

 
Douro Pingo Doce Branco 2013
Melhor do que se esperava. Digno, sério, mas de cara lavada na sua modéstia. Em todo o caso, um vinho de supermercado e, por isso, não lhe peça mais. (1,95€) 85
 
segunda-feira, julho 27, 2015
 

Terras da Uva Rosé 2014
Se houvesse vinhos a bordo dos aviões da easyjet, este podia ser um deles. Lowcost, pouco exigente. É vinho, mas sem garra nem interesse. É aborrecido e não chegou a ser agradável. Não obstante, porque não estava estragado, à falta de melhor, bebeu-se. (3,99€) 70
 
sexta-feira, julho 17, 2015
 

QUINTA DO VALLADO


Vallado Vintage Adelaide 2011
Tem tudo para ser um grande vintage: furta fresca e intensa, vivacidade, quase saltitante e atrevida, pujança alegre.
LP – 92
PV – 92
 

PONTUAÇÃO DOS VINHOS:
0 (mí­nimo)
100 (máximo)

CAIXA DO CORREIO:
que-tal-o-vinho@clix.pt

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