Vinhas
Velhas da Quinta das Carvalhas 2012 Douro
de perfil tradicional e clássico. Privilegia a dignidade e a elegância. É um
grande vinho do Douro. (33,90 €) Z
– 91 PV
– 91
Quinta
dos Aciprestes Reserva 2013
Jovem,
saltitante e fresco. (11,75 €)
Z
– 90
PV
– 88
Branco
da Quinta das Carvalhas 2012
Boca
cheia de madeira. Branco complexo, nada fácil nem imediato. Para comida forte.
(18,10 €) 89
Real
Companhia Velha Espumante Bruto
Bolhas
delicadas e discretas, a conferir finura e frescura. Equilibrado e seuro. Vai
bem de aperitivo – melhor só que acompanhado. (17,22 €)
LP
– 87
PV
– 87
Quinta
de Cidrô Alvarinho 2014 Alvarinho
no Douro é um conceito estranho. O resultado desta experiência é ácido e verde,
agreste e agressivo, pouco consistente. (6,98 €)
LP
– 83 PV
– 84
quarta-feira, dezembro 30, 2015
Thyro
Douro Branco 2012
Transmontano
de Mirandela, de perfil moderno e internacional. Poderosíssima combinação do
corpo longevo da semillon, da subtileza da malvasia fina e da acidez delicada do
cerceal. Este vinho é um gigante do artesanato vinícola. Se não tivesse sido bebido, ia envelhecer bem. Alguém tem mais? 90
segunda-feira, dezembro 28, 2015
Sonnini
Tinto 2013
Regional
transmontano de Valpaços. Muito ácido – a roçar o desagradável –, com falta de
corpo e força. Bebe-se, mas é fraco. 60
domingo, dezembro 27, 2015
Quinta
da Leda Douro 2011
Duriense
mais de perfil tradicional que moderno. Digno, picante, redondo e consensual. Profundo
e de grande dimensão. Um grande vinho do Douro.
Z
– 92
Mig/Fran
– 89
PV
– 92
sábado, dezembro 26, 2015
Conceito
Tinto 2011 Douro
modernaço, com grande garra – aguerrido mesmo. Muito equilibrado e composto,
mas talvez lhe falte algum corpo e estrutura. Na boca, pouco persistente. Z
– 90 Mig/Fran
– 88 PV
– 89
sexta-feira, dezembro 25, 2015
Grandes
Quintas Reserva 2011
Tinto
do Douro, de grande pujança. Potente, tem uma personalidade muito forte e
vincada.
Z
– 90
PV
– 89
quinta-feira, dezembro 24, 2015
Montes
Ermos Colheita 2014 (é o tinto, e não o branco da imagem) Main
stream, regular e normal. É uma boa bebida, sem impressionar. Foi bem com
vitela estufada, que já levava vinho branco e echalotas e puxava a acidez. Se o
propósito é “beber um copo de tinto”, serve. Não se lhe peça mais. 85
Montes
Ermos Códega do Larinho 2014
Acidez
acutilante, a fazer lembrar um sauvignon blanc. Fruta fresca, verde e incisiva.
Vinho com grande carácter e persoalidade. “No Douro, quem não tem sauvignon,
caça com Códega do Larinho” (Z).
Z – 89
PV – 87
quarta-feira, dezembro 23, 2015
Paulo
Laureano Premium Vinhas Velhas 13
Ao que
parece, devia ser Vinha Velha, porque vem de uma só vinha. Feito de castas
tradicionais, com um toque de modernidade, mostra-se conservador. Bom corpo na
boca, de alguma frescura discreta e frutada. Vinho equilibrado a fugir aos
holofotes. Quase modesto. 87
terça-feira, dezembro 22, 2015
Erbon 2012
Branco regional transmontano, que
opta pelo perfil sofisticado. “Produzido”, no sentido feminino, com a
incorporação de castas internacionais. Mas o resultado ainda pode melhorar, em
anos futuros, quando o conjunto casar melhor. Para já, falta-lhe um pouco de polimento
e harmonia. Mais que rude, está talvez um pouco agressivo. 83
sexta-feira, dezembro 04, 2015
Herdade de Catapereiro Escolha 2014
Este branco regional Tejo, da Companhia das Lezírias,
mostrou-se um pouco esponjoso. As notas fortes de fruta muito intensa e
aromática dão-lhe mais cariz de aperitivo do que de vinho de refeição. É uma
experiência interessante, porque o corpo cheio do fernão pires obnubila e quase
anula a acidez selvagem do sauvignon blanc. Em todo o caso, este vinho vai
melhor a solo (3,69 €). 86
domingo, novembro 29, 2015
Vale D. Maria Vinha da Francisca 2013
Douro de topo de gama, caro e exclusivo, produzido por
Cristiano Van Zeller. Não é fácil de encontrar. Delicado, sedoso e subtil. 93
sábado, novembro 28, 2015
CV 2013
Douro tinto, profundo, denso, de brutal dimensão. Rico e
complexo.
Z - 92
LP – 91 com tendência a subir
PM - 93
PV - 92
sexta-feira, novembro 27, 2015
Bucellas Arinto 2014
É um banco clássico, sempre muito interessante. No nariz,
mais maracujá do que tangerina, a denunciar grande frescura e ligeireza
tropical. Fresco é, também, na boca. Muito mesmo, mais que o habitual, em anos
anteriores. Por isso, terá menos corpo e sofisticação. Mas é mais fácil, a
puxar para o perfil praia. 85
quinta-feira, novembro 26, 2015
Dois Corvos
É uma stout feita em Marvila, do campeonato artesanal
português de nova geração. Esta, de pressão, mostrou-se ligeira, discreta, para
beber fresquinha. Notas de caramelo light, a fugir para o café. Polida, educada
e elegante. Foi bem com comida ligeira. 87
quarta-feira, novembro 25, 2015
Cardinal e Valaisanne
A Suíça não é conhecida pelas suas cervejas. A prova a estas
duas revelou claramente porquê: vulgarzinhas e cinzentas, sem chama. A Valaisanne,
muito cerealífera, a evidenciar grande travo farináceo. A Cardinal, mais
mainstream mas, mesmo assim, sem garra. As cervejas de marca branca do Lidl ou
do Minipreço são melhores.
terça-feira, novembro 10, 2015
Fafide Reserva Branco 2014
Douro branco de aroma herbáceo - muito mais vivaço do que o
habitual no Douro. Nada seco e muito efusivo. Reúne das castas mais interessantes
da região (códega do larinho, rabigato e viosinho). Só, vai melhor que
acompanhado: acaba por se mostrar saltitante e fugidio, quando chega a comida. 87
Castelo d’Alba Grande Reserva 2013
Tinto duriense de grande dimensão e corpo. Moderno e
vigoroso, com grade equilíbrio e harmonia. Perfil mundial. 90