segunda-feira, abril 25, 2016



Entre II Santos 2010

Tinto bairradino, sobretudo de baga, mas temperado com castelão e merlot. A tender para o ácido. Envelhecido. Para beber já, sob pena de piorar. 80

segunda-feira, abril 18, 2016


Aveleda Alvarinho 2014
Embora soft, este alvarinho cumpre os mínimos, assegurando o travo vegetal e herbáceo da casta. Estava fechado, quando foi provado e, como se fosse tinto, precisou de se libertar. Depois, ganhou corpo e voou. 87

segunda-feira, abril 11, 2016


Assobio 2013

Tentativa duriense do Esporão. É um bom ensaio, para exibir ao público alentejano, que ficará muito mais contente com o seu próprio vinho. De resto, rústico, grosso, encorpado. Mas apesar disso, fugidio e de final de boca muito curto. Não dá nas vistas nem deixa recordação. 84

segunda-feira, abril 04, 2016



Altano Branco 2014
Este duriense da marca de combate da casa Symington mostra-se mais acutilante no nariz que na boca, onde é mais redondo e consensual. Apercebe-se bem a doçura do moscatel galego, que se insere num conjunto harmonioso consistente, mais mineral que ácido. 87

sábado, janeiro 09, 2016


Vinhas Velhas da Quinta das Carvalhas 2012
Douro de perfil tradicional e clássico. Privilegia a dignidade e a elegância. É um grande vinho do Douro. (33,90 €)
Z – 91
PV – 91

Quinta dos Aciprestes Reserva 2013
Jovem, saltitante e fresco. (11,75 €)
Z – 90
PV – 88




Branco da Quinta das Carvalhas 2012
Boca cheia de madeira. Branco complexo, nada fácil nem imediato. Para comida forte. (18,10 €) 89

Real Companhia Velha Espumante Bruto
Bolhas delicadas e discretas, a conferir finura e frescura. Equilibrado e seuro. Vai bem de aperitivo – melhor só que acompanhado. (17,22 €)
LP – 87
PV – 87




Quinta de Cidrô Alvarinho 2014
Alvarinho no Douro é um conceito estranho. O resultado desta experiência é ácido e verde, agreste e agressivo, pouco consistente. (6,98 €)
LP – 83
PV – 84

quarta-feira, dezembro 30, 2015


Thyro Douro Branco 2012
Transmontano de Mirandela, de perfil moderno e internacional. Poderosíssima combinação do corpo longevo da semillon, da subtileza da malvasia fina e da acidez delicada do cerceal. Este vinho é um gigante do artesanato vinícola. Se não tivesse sido bebido, ia envelhecer bem. Alguém tem mais? 90

segunda-feira, dezembro 28, 2015


Sonnini Tinto 2013
Regional transmontano de Valpaços. Muito ácido – a roçar o desagradável –, com falta de corpo e força. Bebe-se, mas é fraco. 60

domingo, dezembro 27, 2015


Quinta da Leda Douro 2011
Duriense mais de perfil tradicional que moderno. Digno, picante, redondo e consensual. Profundo e de grande dimensão. Um grande vinho do Douro.
Z – 92
Mig/Fran – 89
PV – 92

sábado, dezembro 26, 2015


Conceito Tinto 2011
Douro modernaço, com grande garra – aguerrido mesmo. Muito equilibrado e composto, mas talvez lhe falte algum corpo e estrutura. Na boca, pouco persistente.
Z – 90
Mig/Fran – 88
PV – 89

sexta-feira, dezembro 25, 2015


Grandes Quintas Reserva 2011
Tinto do Douro, de grande pujança. Potente, tem uma personalidade muito forte e vincada.
Z – 90
PV – 89

quinta-feira, dezembro 24, 2015

Montes Ermos Colheita 2014
(é o tinto, e não o branco da imagem) Main stream, regular e normal. É uma boa bebida, sem impressionar. Foi bem com vitela estufada, que já levava vinho branco e echalotas e puxava a acidez. Se o propósito é “beber um copo de tinto”, serve. Não se lhe peça mais. 85

Montes Ermos Códega do Larinho 2014
Acidez acutilante, a fazer lembrar um sauvignon blanc. Fruta fresca, verde e incisiva. Vinho com grande carácter e persoalidade. “No Douro, quem não tem sauvignon, caça com Códega do Larinho” (Z).
Z – 89
PV – 87

quarta-feira, dezembro 23, 2015


Paulo Laureano Premium Vinhas Velhas 13
Ao que parece, devia ser Vinha Velha, porque vem de uma só vinha. Feito de castas tradicionais, com um toque de modernidade, mostra-se conservador. Bom corpo na boca, de alguma frescura discreta e frutada. Vinho equilibrado a fugir aos holofotes. Quase modesto. 87

terça-feira, dezembro 22, 2015


Erbon 2012
Branco regional transmontano, que opta pelo perfil sofisticado. “Produzido”, no sentido feminino, com a incorporação de castas internacionais. Mas o resultado ainda pode melhorar, em anos futuros, quando o conjunto casar melhor. Para já, falta-lhe um pouco de polimento e harmonia. Mais que rude, está talvez um pouco agressivo. 83

sexta-feira, dezembro 04, 2015

Herdade de Catapereiro Escolha 2014
Este branco regional Tejo, da Companhia das Lezírias, mostrou-se um pouco esponjoso. As notas fortes de fruta muito intensa e aromática dão-lhe mais cariz de aperitivo do que de vinho de refeição. É uma experiência interessante, porque o corpo cheio do fernão pires obnubila e quase anula a acidez selvagem do sauvignon blanc. Em todo o caso, este vinho vai melhor a solo (3,69 €). 86

domingo, novembro 29, 2015

Vale D. Maria Vinha da Francisca 2013

Douro de topo de gama, caro e exclusivo, produzido por Cristiano Van Zeller. Não é fácil de encontrar. Delicado, sedoso e subtil. 93

sábado, novembro 28, 2015

CV 2013
Douro tinto, profundo, denso, de brutal dimensão. Rico e complexo.
Z - 92
LP – 91 com tendência a subir
PM - 93

PV - 92