sábado, dezembro 26, 2015
sexta-feira, dezembro 25, 2015
quinta-feira, dezembro 24, 2015
Montes
Ermos Colheita 2014
(é o tinto, e não o branco da imagem) Main stream, regular e normal. É uma boa bebida, sem impressionar. Foi bem com vitela estufada, que já levava vinho branco e echalotas e puxava a acidez. Se o propósito é “beber um copo de tinto”, serve. Não se lhe peça mais. 85
(é o tinto, e não o branco da imagem) Main stream, regular e normal. É uma boa bebida, sem impressionar. Foi bem com vitela estufada, que já levava vinho branco e echalotas e puxava a acidez. Se o propósito é “beber um copo de tinto”, serve. Não se lhe peça mais. 85
Montes
Ermos Códega do Larinho 2014
Acidez
acutilante, a fazer lembrar um sauvignon blanc. Fruta fresca, verde e incisiva.
Vinho com grande carácter e persoalidade. “No Douro, quem não tem sauvignon,
caça com Códega do Larinho” (Z).
Z – 89
PV – 87
quarta-feira, dezembro 23, 2015
Paulo
Laureano Premium Vinhas Velhas 13
Ao que
parece, devia ser Vinha Velha, porque vem de uma só vinha. Feito de castas
tradicionais, com um toque de modernidade, mostra-se conservador. Bom corpo na
boca, de alguma frescura discreta e frutada. Vinho equilibrado a fugir aos
holofotes. Quase modesto. 87
terça-feira, dezembro 22, 2015
Erbon 2012
Branco regional transmontano, que
opta pelo perfil sofisticado. “Produzido”, no sentido feminino, com a
incorporação de castas internacionais. Mas o resultado ainda pode melhorar, em
anos futuros, quando o conjunto casar melhor. Para já, falta-lhe um pouco de polimento
e harmonia. Mais que rude, está talvez um pouco agressivo. 83
sexta-feira, dezembro 04, 2015
Herdade de Catapereiro Escolha 2014
Este branco regional Tejo, da Companhia das Lezírias, mostrou-se um pouco esponjoso. As notas fortes de fruta muito intensa e aromática dão-lhe mais cariz de aperitivo do que de vinho de refeição. É uma experiência interessante, porque o corpo cheio do fernão pires obnubila e quase anula a acidez selvagem do sauvignon blanc. Em todo o caso, este vinho vai melhor a solo (3,69 €). 86
Este branco regional Tejo, da Companhia das Lezírias, mostrou-se um pouco esponjoso. As notas fortes de fruta muito intensa e aromática dão-lhe mais cariz de aperitivo do que de vinho de refeição. É uma experiência interessante, porque o corpo cheio do fernão pires obnubila e quase anula a acidez selvagem do sauvignon blanc. Em todo o caso, este vinho vai melhor a solo (3,69 €). 86
domingo, novembro 29, 2015
sábado, novembro 28, 2015
sexta-feira, novembro 27, 2015
Bucellas Arinto 2014
É um banco clássico, sempre muito interessante. No nariz,
mais maracujá do que tangerina, a denunciar grande frescura e ligeireza
tropical. Fresco é, também, na boca. Muito mesmo, mais que o habitual, em anos
anteriores. Por isso, terá menos corpo e sofisticação. Mas é mais fácil, a
puxar para o perfil praia. 85
quinta-feira, novembro 26, 2015
quarta-feira, novembro 25, 2015
Cardinal e Valaisanne
A Suíça não é conhecida pelas suas cervejas. A prova a estas
duas revelou claramente porquê: vulgarzinhas e cinzentas, sem chama. A Valaisanne,
muito cerealífera, a evidenciar grande travo farináceo. A Cardinal, mais
mainstream mas, mesmo assim, sem garra. As cervejas de marca branca do Lidl ou
do Minipreço são melhores.
terça-feira, novembro 10, 2015
Fafide Reserva Branco 2014
Douro branco de aroma herbáceo - muito mais vivaço do que o habitual no Douro. Nada seco e muito efusivo. Reúne das castas mais interessantes da região (códega do larinho, rabigato e viosinho). Só, vai melhor que acompanhado: acaba por se mostrar saltitante e fugidio, quando chega a comida. 87
Castelo d’Alba Grande Reserva 2013
Tinto duriense de grande dimensão e corpo. Moderno e vigoroso, com grade equilíbrio e harmonia. Perfil mundial. 90
Douro branco de aroma herbáceo - muito mais vivaço do que o habitual no Douro. Nada seco e muito efusivo. Reúne das castas mais interessantes da região (códega do larinho, rabigato e viosinho). Só, vai melhor que acompanhado: acaba por se mostrar saltitante e fugidio, quando chega a comida. 87
Castelo d’Alba Grande Reserva 2013
Tinto duriense de grande dimensão e corpo. Moderno e vigoroso, com grade equilíbrio e harmonia. Perfil mundial. 90
IPG Tinto 2010 DOC Beira Interior
O Instituto Politécnico da Guarda serve este vinho na cantina. Vem da Quinta dos Termos e opta por um perfil tradicional, agreste e serrano, sem preocupação com o polimento nem a delicadeza. É o que é, com o seu acento regional. Não cativa, mas também não desmerece. Para cantina não está nada mal! 80
O Instituto Politécnico da Guarda serve este vinho na cantina. Vem da Quinta dos Termos e opta por um perfil tradicional, agreste e serrano, sem preocupação com o polimento nem a delicadeza. É o que é, com o seu acento regional. Não cativa, mas também não desmerece. Para cantina não está nada mal! 80
segunda-feira, novembro 09, 2015
Vale de Ambrães Avesso 2014
Verde muito específico, monovarietal, de uma casta menos
comum. É agradável e simpático, sobretudo na primeira impressão. Depois, parece
que se vai um pouco abaixo, tornando-se pouco expressivo, descolorido, quase
aguado. Sozinho, como aperitivo, aguenta-se melhor. Com comida, parece que lhe
faltam as pernas e fica pelo caminho. (6,99 €) 83
quarta-feira, novembro 04, 2015
Fabre Montayou Gran Reserva 2009
Este argentino, de Mendoza, chama a atenção por três razões: primeiro, é um 2009 e está impecável, sem acusar o tempo e mostrando até algum viço; depois, apesar de ser um Malbec, bem evidencia o travo musculado e o corpo sólido e maciço da touriga nacional, combinação estranha, tanto mais que as uvas cresceram na Argentina; por último, chama a atenção pela intervenção do enólogo português Rui Reguinga. Vale como curiosidade, um pouco cara, é certo, mas é nelas que se vai encontrando alguma criatividade no vinho global. (25 € em restaurante) 87
Este argentino, de Mendoza, chama a atenção por três razões: primeiro, é um 2009 e está impecável, sem acusar o tempo e mostrando até algum viço; depois, apesar de ser um Malbec, bem evidencia o travo musculado e o corpo sólido e maciço da touriga nacional, combinação estranha, tanto mais que as uvas cresceram na Argentina; por último, chama a atenção pela intervenção do enólogo português Rui Reguinga. Vale como curiosidade, um pouco cara, é certo, mas é nelas que se vai encontrando alguma criatividade no vinho global. (25 € em restaurante) 87
sexta-feira, outubro 30, 2015
Faisão Vinho Frisante
Da Enoport, é fresco e arejado, mostrando bolhas delicadas e
compostura na boca. É um frisante mesmo muito interessante. No travo final,
alguma nota acre, talvez do lote. De todos os vários frisantes provados aqui é,
talvez, o único capaz de ombrear com o Plexus, há muito o campeão da modalidade
por aqui. (2,79 €) 86
quinta-feira, outubro 29, 2015
El Cristo Special Selection 2014
Este restaurante de Elvas (El Cristo – raio de nome…) permite-se
ter um vinho da casa rotulado. E faz bem. Além disso, escolheu com critério o topo de
gama dos brancos, que vem da Adega Mayor e integra verdelho, arinto e antão
vaz. Na boca é firme e seguro. Pareceu muito elástico e versátil. Mostrou um
grande equilíbrio, com um discreto perfil nobre. (meia garrafa, 5 €). 87
quarta-feira, outubro 28, 2015
segunda-feira, agosto 24, 2015
segunda-feira, agosto 17, 2015
segunda-feira, agosto 10, 2015
sábado, agosto 08, 2015
Quinta do Portal Touriga – Prova história (2000/2003)
2000 - Dimensão profunda. Vinho digno, potente, com nobreza e solenidade.Z – 87
Manel – 87
LP – 92
PV – 92
2003 - Sem embargo da idade, grande vigor e frescura. Vinho velho de grande juventude e força. É, ainda, um grande vinho.
Z – 91
Manel – 90
LP – 91
PV – 92
segunda-feira, agosto 03, 2015
Verdilhão Loureiro 2014
Beba-se gelado. Simpático, delicado e suave. Leve e refrescante. Vinho de verão. (1,99 €)
Z – 87
CARPA – 90
PV – 86
Alvarinho 2014
A primeira garrafa pareceu ter problema. Estava amarelada, de cor velha. Na boca, não se suportava. A segunda, não estava diferente. Oxidado? A terceira, igual. Desculpem, mas estavam todas imbebíveis. (3,85€)
Beba-se gelado. Simpático, delicado e suave. Leve e refrescante. Vinho de verão. (1,99 €)
Z – 87
CARPA – 90
PV – 86
Alvarinho 2014
A primeira garrafa pareceu ter problema. Estava amarelada, de cor velha. Na boca, não se suportava. A segunda, não estava diferente. Oxidado? A terceira, igual. Desculpem, mas estavam todas imbebíveis. (3,85€)
domingo, agosto 02, 2015
sábado, agosto 01, 2015
quarta-feira, julho 29, 2015
terça-feira, julho 28, 2015
segunda-feira, julho 27, 2015
sexta-feira, julho 17, 2015
segunda-feira, junho 01, 2015
segunda-feira, maio 18, 2015
segunda-feira, maio 11, 2015
segunda-feira, maio 04, 2015
São Domingos Bruto 2011
Embora se auto intitule “Blanc des Blancs”, que em França
costuma ser de chardonnay, este confessa ser de bical e maria-gomes (a tal que
noutras latitudes é fernão pires). Estas castas regionais dão-lhe caráter liso
e seco. Em geral este espumante apresentou-se regularzinho, sem grandes avisos.
Cumpriu a sua função com leitão. Mas não deslumbrou.
Z – 80 (o leitão, no Rui, 93)
LP – 82
PV – 82
segunda-feira, abril 27, 2015
segunda-feira, abril 20, 2015
segunda-feira, março 02, 2015
quinta-feira, janeiro 08, 2015
Pipa Particular dos Confrades Tawny Reserva 2006
Não é fácil chegar a este grupo de marmanjos, que organizam
os “Incontros Enológicos do Norte de Portugal”, nem obter uma botelha deste
vinho especial. O vinho é menos enigmático que a confraria e que o rótulo, mas
tem claramente pernas para andar – e muito mais: é um porto velho e digno, a
puxar para o caramelizado. Assume ser um tawny e não se lhe peça mais. Mas
dentro do género, não é aborrecido e destronará o bolo-rei no protagonismo, se
eventualmente emparelharem.
quarta-feira, janeiro 07, 2015
Portal Porto Vintage 2011
É um vinho de amigos e, por isso (e por pudor) tem-se evitado a referência. E, summum ius, summa iniura. Isto é, para não se se falar de um vinho produzido por amigos, tem-se evitado enfatizar este vintage de estalo. É certo que 2011 foi de exceção. Mas mesmo nesse contexto, este porto acompanha a tendência: é de exceção. Fruta forte, rica e madura, a dar grande corpo ao vinho, que se arrasta na boca com solenidade e garra. Sobre outros vinhos em moda e os outros premiados, tem a enorme vantagem do preço. 93
É um vinho de amigos e, por isso (e por pudor) tem-se evitado a referência. E, summum ius, summa iniura. Isto é, para não se se falar de um vinho produzido por amigos, tem-se evitado enfatizar este vintage de estalo. É certo que 2011 foi de exceção. Mas mesmo nesse contexto, este porto acompanha a tendência: é de exceção. Fruta forte, rica e madura, a dar grande corpo ao vinho, que se arrasta na boca com solenidade e garra. Sobre outros vinhos em moda e os outros premiados, tem a enorme vantagem do preço. 93
sábado, janeiro 03, 2015
terça-feira, dezembro 30, 2014
Castelo d’Alba Reserva Douro 2010
Não se nota que este branco seja velho. Mostra fruta
intensa, num vinho moderno e com alguma pretensão. Depende da comida - sozinho
não vai tão bem. Não é um vinho fácil, mas foi muito bem com um bacalhau com
broa e grelos. Neste contexto, valeu o preço (5,49 €). 86
segunda-feira, dezembro 29, 2014
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